quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Ponto de Situação 2

Afinal não fez TAC nenhum. Já começou a aparecer alguma urina na algálea e por isso parece-me que ficou afastada para já a hipótese de haver uma complicação renal a juntar ao resto.

Falei com os médicos da UCI e com o médico que a costuma acompanhar. O que me explicaram é que a situação da mãe, é já desde há algum tempo uma situação limite. Pode entornar a qualquer momento. E pode entornar devagar ou muito rapidamente.

Assim, o que se passou entre a saída das urgências e a chegada ao piso dos quartos, não é sequer estranho para quem está na situação dela.

Falei com o Manuel Pedro (marido da Manita) e referi-lhe a situação. A descrição que me fez da doença da Mãe foi a mesma que foi explicada na CUF. Referiu ainda - também já tinham falado disso no hospital - que a partir do momento em que uma pessoa nestas condições é colocada no ventilador, passa a ficar muito mais susceptível a infecções e pneumonias. Ou seja: é bom que esteja ligada ao ventilador porque de outra forma já nem respirava, mas há o risco de infecções e pneumonias.

Em suma: tudo o que se está a passar é "normal" numa doente nas condições dela e com mais ou menos solavancos pontuais, o que estão a fazer na CUF é o que há a fazer.

Agora pelo nosso lado, é rezar e pouco mais...

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